Pensando: num dá para ser chato como o tio, aí em cima, mas, pô, será que a geração nossa (a pós-pós 45) será conhecida como a geração do Chicletes de Cinco Centavos da Padaria do Centro Perto da Pracinha de uma Cidade Pequena?
45 - democratização e libertação do português e tal e coisa da licensa poética tudo não devia ser cultura já que a idéia era a cultura ser algo democrático a todas as pessoas? Sendo assim, a tia Rihana, cuja música ajuda a todos que começam seu cursos de inglês a falar umbrella (ella, ella, ella, ê, ê, ê) também é cultura?
Eu penso nisso, e fico lembrando do meu livro de história - "A Nova História Crítica", o tijolo que o colégio chama de livro - com sua piadinhas sarcásticas: "E essa foi a época em que todo o mundo trazia o sexy back, era feliz por ser promiscuos ou vivia lonely, porque vivia "photoshopando" suas fotos para colocar na internet e viver seu romance idealizado e - não podia faltar - ouvindo canções de amor que às vezes mal sabem do que se fala. Enquanto nas ruas a bala comia solta!"
Isso me parece muito com o Romantismo, exceto, pela parte que eles, pelo menos, podiam sair às ruas para pegar tuberculose para morrer.
Ainda bem, que se tivermos boa vontade, achamos contraculturas e coisas alternativas.
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Essa é ótima: http://releituras.com/ratodesebo03.asp
http://releituras.com/ratodesebo04.asp
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Engraçado, não tem muito a ver com o que você escreveu, mas desde sábado a noite eu entrei numa crise de que quero ouvir mais música brasileira, mpb mesmo… Um pouco mais de voz, de sentimento, de pensamento e não essas músicas que eu estou acostumada a ouvir… Tanto que estou ouvindo minha pasta de mpb aqui no iPod e tenho que atualizá-lo…
Bjitos!
A Rihanna é cultura sim. me lembro da oitava na aula de filosofia flando de cultura e no texto o moço deu o exemplo do zeca pagodinho… é engraçado mesmo são os exemplos que nos damos pra referir a isto. Mas o melhor de tudo mesmo é vc distinguir oq é cultura pra vc, por exemplo aquele filme amor pra recordar pra mim é lixo, há quem diga que é cultura mas é lixo pra mim.
flw
;*
Depois de estudar antropologia, é impossível não pensar automáticamente que cultural é uma questão antropológica e que todos os costumes de um determinado grupo constituem a cultura.
Nesse caso, tudo o que foi citada é cultura: desde a tia Rihana até as críticas do tijolão de história.
Fazer o que? Se não tem tuberculose, então quem venham as facas!
Mas perai, cortar os pulsos é coisa de emo :) Emo também é cultura…
Eu fico muito curiosa mesmo em saber o que vão falar da nossa época, nossa geração. Não vejo nada de interessante. É uma mistureba de todas as escolas, se for parar par apensar. Não acreidto que nossa geração tenha mesmo uma identidade.
Eu até hoje reclamo que a gente comprava um numero do Mc por 4,50. Quatro reais e cinquenta centavos, sabe qq é isso??
E nooossa, eu tenho a musica da Rihanna aqui, mas num guento mais saber que ela dá o guarda chuva pro cara não (uva uva u u u). Já deu né?
Bom, acho que a identidade da nossa geração é não ter uma identidade… (isso comentando o que a Bruh falou ali em cima). Mas olha, Léo, quem foi que determinou o que é e o que não é cultura?
(Tudo bem que eu não consegui ler bulhufas do quadrinho que está ali em cima pq tô no terraço da minha casa com o notebook e o sol bombando me faz duvidar que eu não precise de um óculos fundo de garrafa)
Beijos…
Sabe a eletiva que eu peguei? Em em? É só sobre generos textuais. Muah!
baba beibeh.
Oi, bem, hoje é o famoso blogday, seu blog foi um dos meus indicados. Sou uma simples leitora anônima, mas uma grande admiradora do seu blog.
Bem, é isso. =)
Beijos e até mais.