Quando eu era pequeno - e acredite isso faz tempo -, eu ia para a casa da minha vó paterna uma vez por ano. A cidade é pequena e não tem nada para fazer. Reclamava - e ainda reclamo - muito porque lá não há nada para se fazer a não ser tomar sorvete no centro ou ir ao cinema, que é dos mais atrasados. (Subentende-se que eu sou um urbanóide)
Naquela época, minha tia, irmã mais nova de meu pai, tinha seus 15 anos e eu uns 7 ou 8 - até não sei qual a nossa diferença de idade -, mas ela que me fazia companhia nessa época e, conseqüentemente, eu era apaixonado com ela. Sabe como é, né? Criança, sem nada para fazer.
Lembro-me que eu sempre ficava de cara fechada para ir a Patos de Minas, porém quando chegava lá - e isso até hoje - fico numa boa, por causa dela.
No mesmo ano, ou um pouco mais tarde ela ficou grávida, casou e mudou-se.
Quando ia à casa da minha vó já num era a mesma coisa, ela tava casada e eu tinha ciúmes. HAHA
Hoje, ela já se separou e voltou a morar com meus avós e trouxe junto a filha, lógico.
O que acontece agora: a filha dela vive atrás de mim quando eu vou pra lá. Criança, sema nada para fazer, sacoméquié, né?
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Huhauahauha… não creioooooooooooooooooo! Fodásticamente onlineeeeeeeeeeeeee uhuuuuul! Tô happy hauhauaha… Pula! \o/
adorei léo!
só na sua vida pra acontecer coisas desse tipo né! hahahahahaha