Apareceu uma novela primeira que a Globo baseou em um livro provável do Romantismo (a escola literária), daí exploraram a novela e adiaram o clímax e o desfecho da novela até as pessoas começarem a desistir da vida e pular da ponte (como lá em São Francisco, na época da Grande Depressão) de tanto que as cenas eram repetidas. A novela posterior à de sucesso foi um caos, logo a Globo resolveu repetir a fórmula 1+1=2-pega trouxa sem o que fazer às 18h00. Minha vó gostou por demais, reaviva as novelas que ela ouvia em 1900 e eh… eu não tenho idéia no rádio, as Radionovelas, que eram bem o que é hoje, a representação água com açúcar da burguesia da época.
Daí, veio uma, duas, três, quatro, CINCO, meu Deus!, seis, sete,…
Aí hoje, daqui a pouco, começa mais outra. Então, se você gosta de ler livros do Romantismo super-agradáveis que você já sabe tudo que vai acontecer e até mesmo quem vai morrer, fique deliciado em ver Ciranda de Pedra. Telenovela que possui a mocinha indefesa e o cara que tá afim de comê-la que não pode porque as famílias se odeiam ou tem uma mulher que vai atrapalhar tudo. Super real!
a novela nova é baseada no livro Ciranda de Pedra da Ligya Fagundes Telles. fiquei com vontade de ver só por causa disso! (estudante de letras metida a besta haha)
@Maria Thereza: mas com certeza é do Romantismo, né? hahaha
Espiríto de pedante sempre fala mais alto.
nunca gostei de novelas, por um tempo nem de livros de ficção eu gostava -.-… patetico
Eu adoro "coisas de época" em geral, mas juro que quando abri o site da globo.com pra ler quem morreu, onde teve terremoto e quanto o dolar caiu e vi que mais uma vez a Globo ia tacar uma dessa, pensei a mesma coisa.
É por isso que não vejo tv.
@Maria Thereza: Poxa, leia o livro, ora :D
@Léo Ruas: E vÊ se me arruma esse barato de responder os comments assim. :D