
Léo Ruas, estudante-vestibulando de Beagá (Belo Horizonte). Escrevo sobre o que vejo na rua (relativize o conceito), seguindo a cartilha do flanêur, à postos com o celular na mão, o fone de ouvidos para inspirar e o os óculos escuros para despistar. Gosto de teatro, cinema e todo tipo de manifestação cultural, porém o que acho mais legal é a Literatura. Ler, sem sobra de dúvida, é o verbo que traz o superlativo pra minha vida. O que mais me apraz, na verdade, são os épicos/epopéias (e as crônicas). Não é à toa que escrevo os épicos da vida urbana.
Obstante ao mundo, minto descaradamente para não agradar as pessoas, usando a embalagem intelectual e sempre aquele ar meio blasé-irritante. Adoro poesia modernista, principalmente concretista, execetuando aquelas muito felizes.
Tudo aquilo que o fodástico basicamente é, eu sou.