Isso de carnaval é uma maravilha, né? Porque quem não curte que se foda e fique olhando, porque não tem mais nada pra se fazer que não envolva carnaval. Quer dizer, quem quiser vai ver palestra lá na UFMG, mas ô programinha sem-graça, né?
Antigamente, eu ainda ia pro clube no carnaval, mas com o tempo passando o clube só encheu de velhos no carnaval e quer saber? virou uma merda! Aí, o que fazer no carnaval: hibernar e torcer que faça muito frio, pra ficar mais confortável ficar na cama o dia inteiro, vendo tevê e lendo.
Só pra avisar: eu tô fazendo um tipo de diário de leitura e de filmes e etc numa seção aqui, se quiser ver, fica o convite.
A menina que roubava livros é a história de Liesel Meminger, órfã de pai e mãe, os quais são vítimas do regime autoritário da Alemanha Nazista, por serem comunistas. A história é contada pela Morte, que leu a autobiografia da garota, na qual Liesel conta a história de sua vida desde o dia em que foi para a casa dos seus pais adotivos até quando conhece um judeu que vai hospedar-se em sua casa e ela fica amiga dele. Há ainda um personagens importantes, como Rudy e Ilsa Herman — seu melhor amigo e a mulher do prefeito, respectivamente –, na vida da roubadora de livros.
O livro é interessante, principalmente, pelas observações e comentários que a narradora do livro faz. São coisas que realmente lhe fazem pensar.
O último livro da série Harry Potter, escrito por J.K. Rowling, na qual o protagonista vai atrás das horcruxes para destruir o seu rival, Voldemort, e no caminho acaba descobrindo As Relíquias da Mortes, que dão o subtítulo ao livro.
O desenvolvimento do livro é de ritmo mais lento que os outros e o epílogo é insatisfatório, pois não conta o desfecho de personagens importantes da história.
Essa semana passada "fadiguenta", a qual num fiz nada e ainda recebi o resultado vestibular — o qual não passei by the way –, tava lendo A menina que roubava livros, livro que a Lusinha e minha irmã indicaram para eu ler, e a leitura fluiu. Sabe quando tu ler e o livro passa rápido e dá um prazer daquilo passar rápido? Não que esteja ruim, mas sim por estar bom.
Então, daí descobri que o bom de ler livros é passar as páginas. Nada mais prazeroso que as páginas todas viradas e trocadas por outra, como se fosse uma garota que tu tá ficando e te liga de 5 em 5, que no começo é legal, mas depois vira um merda e tu trocasse essa por outra igual ou parecida. E, isso me faz lembrar do livro de contos do Machado de Assis, Papéis Avulsos, que tive que ler esse ano. O livro não era ruim, mas pela forma que o Machado — minha professora de Literatura não deixava escrever só Machado, então tive que fazer isso haha — sem terminar o período nuncaaaaa e, mesmo que o livro era daqueles de 15×10 cm, a leitura não andava pra frente.
E para num dizer que é porque era Machado, o último livro do Harry Potter também, diminuíram as margens e aumentou o número de linhas em uma página. Portanto, já dá pra concluir: ou então um sério problema ou ler prazerosamente consiste no passar das páginas.
Ah, o vestibular. Num passei por12 pontos, olha para minha cara de felicidade.
Um dia desses — um desses que eu ainda saía de casa para fazer algo produtivo — tava almoçando no Habib's as minhas bibisfirras — ou sei lá como escreve esse diabo — e vi a garota do meu lado comendo uma beirute (esse eu sei escrever). OH, diabo de hora que vi.
Eu já num posso ver ninguém comendo nada que eu quero, parece até síndrome de menino pequeno. Acho que num fui bem alimentado quando pequeno, só pode. HAHA.
E resultado do acontecido: no outro dia tava almoçando beirute no Habibi's. HAHA. Assim que descobri o tal e fiz a Ioanna no dia das palestras sobre webdesign se empanturrar com beirute e depois se contorcer pra comer umas batatas fritas. HAHA