Chegou novembro. Ia dizer com o vento frio na barriga por ser fim-de-ano, mas tá mais para um bafo quente de stress.
Aqui em Beagá, por exemplo, o tempo muda bruscamente. O tempo quente que você não consegue fazer nada direito, daí meia hora depois chuva. Chove durante 20 minutos no máximo, passa cinco minutos, asfalto já seco, sol queimando quem quer que não esteja na sombra. Calor infernal, que parece até mesmo que o diabo tá é soprando.
Pegar ônibus, então, é terrível. Calor, chuva, logo, janelas fechadas e mais calor. Além do pessoal com os celulares.
O caso é: dava tudo pra voltar a maio. :P
Viajar é ótimo e e voltar, haha, voltar é triste. Ainda mais voltar para a rotina extenuante que é a de vestibulando. Deu uma grande vontade de ficar perto do litoral, "dormindo-comendo-bebendo-aprendendo-novas-línguas-observando- turistando". Ou então - era até algo a se pensar - mudar para o litoral e virar animador de trenzinho, haha. Porém, tudo que é bom acaba, o que resta é só as lembranças e as fotos. E nunca que eu ia mudar para uma cidade litorânea "paradona" que nem Guarapari , quando fora de temporada. Urbanóide in full time.
OBS.: Um dia, talvez, eu revise esses textos. (7-14/10)

Mais fotos no flickr.
Acho
que as pessoas que são ligadas a algum tipo de arte - se é que eu posso chamar blogar de arte - como escrever, desenhar, pintar, dentre outros, com alguma freqüência acabam vendo as coisas diferentes.
Fui andar de banana - um tipo de bóia em formato de banana que é puxada por uma lancha com voc1ê em cima - e de lá, olhando a praia e a virada do mundo (a linha do horizonte) fiquei pensando… Nada filosófico, interessante ou bonito de se ler, só o quanto era bonito aquela vista. Só numa dava pra tirar foto, infelizmente.
PS.:Hoje tem trio elétrico!
Chegandoa
feriado, a cidade que tinha pouca gente lota. No prédio em que estou havia 2 carros na segunda-feira, hoje, já tem 12. As praias cheíssimas, o calçadão também. Tudo isso ótimo para os vendedores ambulantes e lojas beira-mar. Sobre os primeiros soube que há até fiscais para observar se tratam bem os turistas e as lojas beira-mar são lindas.Porém, entrando na rua paralela à beira-mar, não se pode dizer o mesmo. Há uma discrepânica enorme entre as duas. O comércio beira-mar é intenso, lojas de biquini, soreveteria, tudo muito bem cuidado e bonito. Nas lojas da rua paralela, as lojas nem ocupadas estão, os prédios mudam de perfil - deixam de ser luxuosos, descobri que um dia em um dos apartamentos de um dos prédios beira-mar é 250 reais.
E quanto mais se entra na cidademenos luxuosa fica. Tem-se o centro que ainda possui algum comércio, mas depois dele nem calçamento tem-se em todas as ruas.
Guarapari e Cabo Frio/RJ deviam ser incorporadas às Minas Gerais. A concentração de mineiros nessas duas praias em época de temporada é absurda de grande. Senta-se em qualquer banquinho de praça e ouve-se sotaque mineiro, vê-se bar do mineiro, pastel do mineiro, e "uais" soltos por todo lado. Pode-se ainda perceber a quantidade de branquelos presente na praia, ou vermelhos. HAHA



