Chato de Sebo?
• arquivado em: pensamentos em voz alta, por aí
Pensando: num dá para ser chato como o tio, aí em cima, mas, pô, será que a geração nossa (a pós-pós 45) será conhecida como a geração do Chicletes de Cinco Centavos da Padaria do Centro Perto da Pracinha de uma Cidade Pequena?
45 - democratização e libertação do português e tal e coisa da licensa poética tudo não devia ser cultura já que a idéia era a cultura ser algo democrático a todas as pessoas? Sendo assim, a tia Rihana, cuja música ajuda a todos que começam seu cursos de inglês a falar umbrella (ella, ella, ella, ê, ê, ê) também é cultura?
Eu penso nisso, e fico lembrando do meu livro de história - "A Nova História Crítica", o tijolo que o colégio chama de livro - com sua piadinhas sarcásticas: "E essa foi a época em que todo o mundo trazia o sexy back, era feliz por ser promiscuos ou vivia lonely, porque vivia "photoshopando" suas fotos para colocar na internet e viver seu romance idealizado e - não podia faltar - ouvindo canções de amor que às vezes mal sabem do que se fala. Enquanto nas ruas a bala comia solta!"
Isso me parece muito com o Romantismo, exceto, pela parte que eles, pelo menos, podiam sair às ruas para pegar tuberculose para morrer.
Ainda bem, que se tivermos boa vontade, achamos contraculturas e coisas alternativas.
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Essa é ótima: http://releituras.com/ratodesebo03.asp
http://releituras.com/ratodesebo04.asp
Estudante é Feliz
• arquivado em: estórias&histórias

É ter sempre o que falar durante as aulas, mesmo que seja do quanto a aula daquele professor é ruim, ou quanto a vozinha de gay dele é nojenta.
É ter a rede de amigos que nenhum grupo de pessoas têm.
Poder passar pelos apertos que é matar aula de matemática e por pouco não ser pego e, logo, levar uma suspensão.
Chegar atrasado na segunda e reunir com os amigos pra falar o quanto aquela garota da festa de sábado era gostosa.
Fazer a festa jogando verdade ou conseqüência e não ter medo de dizer sempre conseqüência.
É brigar por pequenos detalhes, como, por exemplo, a cor da camisa de formandos.
Não ter compromissos com ninguém a não ser consigo mesmo.
Sempre ter do que reclamar da instituição de ensino e isso sempre render-lhe assuntos.
Resolver estudar no dia da prova e ter quem te ensine, mesmo sabendo que você poderia ter estudado durante toda a semana e não o fez por preguiça.
Chegar no último dia do último ano e poder xingar até a última geração do cachorro do disciplinário que fica sempre na sua cola.
É do primeiro ao último dia do mês nunca ter dinheiro, mas poder implorar ao pai por uma graninha pra sair.
Ganhar uma bala e por isso ficar feliz, porque dinheiro é o que falta.
Fazer desenhos na apostila durante a aula de biologia que tava um saco.
E o melhor: é concluir o que demorou anos!
Feliz dia dos Estudantes!
O Segundo Semestre
• arquivado em: pensamentos em voz alta
Outro dia me perguntaram o que tinha de tão legal em um livro. Poxa, nem dava pra responder educadamente, mas o que fazer?
Em resposta, agora, respondo comparando: livros x filmes.
Meu, os filmes tem uma sorte enorme de recursos que é usado pelas produções hollywoodianas o tempo todo. É som, imagem, efeitos especiais, tudo para provocar uma catarse no ser humano, ali assitindo. Não é atoa que também sou fã de uma sala de cinema. Também gosto daqueles filmes mais leves como, por exemplo, os novos filmes brasilieros (Lisbela e o Prisioneiro, Saneamento Básico) que não tem muitos efeitos especiais e mesmo assim são ótimos.
Em contrapartida, os filmes não têm, sempre, algo que os livros - tirando os de gênero puramente dramático - têm: o narrador onisciente. Esse é a grande tacada dos livros, instigando nossa curiosidade super apurada que nos faz querer saber tudo o que fazem e tudo o que pensam as personagens*.
Os livros são, também, ótimos quando a pessoa consegue visualizar as imagens que ali são descritas diretamente nos olhos, como se ela fosse o narrador que olhava de um binóculo que via balõezinhos nas cabeças das pessoas - aqueles balõezinhos de pensamentos - enxergando o que pensavam naquele momento.
Tá certo, eu poderia ter falado tudo isso quando me perguntaram. Mas ia ser um pouco deprimente dizer isso em voz alta. HAHAHA
Por mim, eu ficava mais umas duas semanas à toa em casa. Depois de meses na correria - colégio na período da manhã, pré-vestibular à tarde e academia à noite - eu precisava imensamente ficar em casa comendo-dormindo-morgando. O único problema disso tudo era, com certeza, o ócio - afinal de contas, quem é que consegue ficar o tempo todo fazendo o citado acima. :B
Mas foi logo resolvido com o novo Harry Potter. O livro que me fez ficar com mais dois graus de miopia - exagero, meu.
Mas é voltar ao batente, né?
Até não-sei-quando!
Ah, se puderem :
http://www.camiseteria.com/design.aspx?did=15221
Denúncias em Filmes
• arquivado em: do cenário, por aí
Como as pessoas reagem diante de filmes como Hotel Ruanda e Jardineiro Fiel é muito comovente. "Interessantíssimo! Mas será que é verdade? Nossa, se for, coitados." E lógico, isso tudo depois de uma bela cena, em que a pessoa que está assistindo, chora inconsolavelmente e fica por isso mesmo. E o que adiantou toda a 'choradeira'?
À pergunta, há resposta. Por exemplo, em o Jardineiro Fiel, em que a trama da história fala numa pandemia de tuberculose que não teria cura existente, existe. Tem nome, chama-se Tuberculose XDR e já espalhou-se por vários lugares, já, inclusive, no Brasil.
E mais, a questão central do filme, eles testam drogas em países subdesenvolvidos? - pobres, em outras palavras. Imagine. Olhe a última notícia no final do post.
O que fazer? A começar por divulgar tudo, indicar o filme e deixar de assistir à Globo - fazendo um favor a si próprio. E depois se for uma pessoa mais engajada, queira cobrar de quem você votou nessas últimas eleições para levantar essas questões onde é que ele trabalhe.
Mas é lógico que a segunda parte é quase impossível de uma pessoa o fazer, então que faça pelo menos a primeira. :)
-OMS alerta para nova forma perigosa de tuberculose
-OMS divulga plano para deter formas resistentes de tuberculose
-EUA isolam paciente com tuberculose por medo de contaminação
-Países africanos aderem a programa para compra de medicamentos
Por que é tão difícil estudar?
• arquivado em: pensamentos em voz alta
Eu estou cheio de matérias atrasadas e tal para estudar, tanto do colégio quanto do cursinho, porém a preguiça, parceira da vida, não deixa eu estudar. De jeito nenhum me larga. Tudo bem que eu necessitava de descansar e tal por causa da correria que foi esse começo de ano todo e "desestressar" - odeio a palavra estresse, haha - de tudo, mas já deu né? Uma semana morgando, televisão ao computador ao videogame e à toda vagabundice que pode existir.
Nhé, acho que já me acostumei a ficar à toa! haha
Acho que eu vou ali deitar.
Agora que vi que o blogger deixou configurado para só pessoas cadastradas comentarem. :P
Já arrumei. ;)













