fodástico ; página 18

A arte de assistir à TV

arquivado em: do cenário  

Eu, como um bom repesentante dos Garfields Unidos que Odeiam Qualquer Interrupção À  Voz da TV, nçao podia deixar de reclamar das quaisquer interrupções à voz sagrada da tv. E ainda mais nas férias, que essas plenas horas, em que se sentar pra assistir tv, são tão iminentes ao longo do dia.

Casa com criança não é casa para adolescente assisitir à tv. Eu gosto de assistir tv sozinho, só eu, o controle remoto e a tv.  A necessidade toda se faz, porque, devido ao número de comerciais que insistem em colocar entre um bloco e outro meu dedo frenético fica mudando de canal até achar duas coisas interessantes na tv, então assisto à canais simultaneamente. E tem pessoas que odeiam isso, só não faço idéia porquê. É a oitava maravilha do mundo.

Mas, como, sendo final de ano tem duas crianças — menos crianças que eu; eles não assistem desenhos, eu adoro, principalmente aqueles para maiores de 18 anos :B — de 9 anos que ficam o tempo todo atrás de mim. E se tem uma que me irrita é puxa-saco que fica atrás de você o tempo todo.

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Postado em 01/01/07 // 0 comentários >>>>


Nostálgico

arquivado em: pensamentos em voz alta  

Com um ano, pessoas mudam drasticamente, deliberadamente e obstinadamente. Aquele que conhecias, já não é mais o mesmo. Aquele que tudo de errado fazia, vira o certinho. Amigos inerentes se tornam distantes e distintos.

Isso muito me lembra o quão relativo status é. Que me lembra uma música também, que até já esqueci o nome devido ao tempo que a ouvi da última vez. Pessoas ficam metidas por tão pouco e quando descobrem o quão pouco, entram em depressão, se recusam a acreditar que é possível.

Por isso ser são é tão importante. Não é à toa que sempre se vê avisos "Se beber não dirija!". Tudo é levado muito no sentido denotativo e, quando tudo passa, lembra-se de como se era tolo. Mas é preferí­vel lembrar de um tolo saudável sem preocupação do que de horas de terror e angústia.

O tempo passa sem consentimento. E com ele o destino, sem dono e sem nenhuma piedade, coloca-nos em situações diversas, que há pouco não imaginaria nem em uma milhão de anos estar.

Mas assim é a vida, cheia de surpresas que vêm pra nos fazer sentir o que é bom e ver o quanto aquele passou por ti outro dia chorando estava sofrendo.

E no fim, ou no arremendo de fim, tudo se resolve, ou pára. A esperançaa que há em nós deixa marca de que sempre irá tudo se resolver, mesmo que tudo desabe ao redor.Você conhece novas pessoas e um novo ano recomeça, desconhecendo uns, conhecendo outros e atitudes tuas mudam. Assim começa mais uma vez, como numa roda.

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Postado em 16/12/06 // 0 comentários >>>>


Trivia de fim-de-ano

arquivado em: pensamentos em voz alta  

Aqui para mais uma apresentação da aclamada série "O guia do Mochileiro das Galáxias", e também para uma mirí­ade de desculpas pelo desaparecimento, atribuído às provas finais, que se encontraram no ápice da última curva para passar de ano. :B

No entanto, eu voltei. Esse fim de ano, como costumeiro, as turmas organizam-se para comemorar o fim do ano, na minha não ia ser diferente. Entretanto, a tenacidade da sala é tão grande, que eu acho uma hipocrisia as pessoas depois de passarem o ano todo se estranhando, chegar no final e estar tudo bem. É revoltante. Durante o ano todo, estranhando e declarando uns aos outros POP - Problema de Outra Pessoa - para chegar no fim e tudo acabar em pizza?

O POP é um manto invisí­vel que somente a pessoa que conhece previamente problema ou alguém o contou que irá ver.

O POP é uma coisa incrí­vel que funciona melhor que ficar invisí­vel e é infinitamente mais fácil de fazer. Para mais informações leia A vida, o universo e tudo mais.

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Postado em 14/12/06 // 0 comentários >>>>


Déjà vus à parte

arquivado em: do cenário  

Crí­tica é a situação quando ligado é o rádio. Pensar todos da mesma maneira, os cantores parecem. Quando de amor não falam, falam de quê?? Da vida fudida deles, no caso das emomusics, haha\

Depois de parte mestre Fioda texto, a idéia é reclamar da grande bag of crap, da rádio brasileira, nunca vi coisa pior na minha vida. Liga-se o rádio e o que se ouve, e nada mais que:

Capetão 66.6 FM - Pato fu¹

E se quer saber, se passase essa música na rádio eu não estaria reclamando, Pato Fu está entre as boas coisas do mundo, junto com Audioslave! \m/

O foda é que toda rádio, hoje em dia só toca o que pagam para eles tocar, então quando troca-se de rádio, a mesma música passando. E as letras também não ajudam. E o que têm sido notório, é os 'Déjà vu's. Parece que desde que Neo disse "Déjà vu", em Matrix, a expressão se popularizou que agora só existe déjà vu! (¬¬) E quem sofre com isso, é quem liga o rádio, que tem que escolher entre um sertanejo, um déjà vu e uma pagodão…

¹N. do E.: Havia um aúdio nesse trecho. É fodástico verbivocuvisual. :D (23/03/08)

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Postado em 26/11/06 // 0 comentários >>>>


Música, forma de expressão

arquivado em: pensamentos em voz alta  

Um indígena africano toca uma melodia na sua flauta de bambu. O músico europeu terá muita dificuldade em imitar fielmente essa melodia exótica mas, quando ele consegue enfim determinar as alturas dos sons, ele está certo de ter reproduzido fielmente a peça de música africana. Mas o indígena não está de acordo pois o músico europeu não prestou atenção suficiente ao timbre dos sons. Então o indígena toca a mesma ária noutra flauta.

O europeu pensa que se trata de uma outra melodia, pois as alturas dos sons mudaram completamente em razão da construção do outro instrumento, mas o indígena jura que é a mesma ária. A diferença provém do facto de o mais importante para o indígena ser o timbre, enquanto que para o europeu é a altura do som.

O importante em música não é o dado natural, mas são os sons tal como são realizados, mas como são intencionados. O indígena e o europeu ouvem o mesmo som, mas ele tem um valor totalmente diferente para cada um, porque as concepções derivam de dois sistemas musicais inteiramente diferentes; o som em música funciona como elemento de um sistema.

As realizações podem ser múltiplas, o acústico pode determiná-las exactamente, mas o essencial em música é que a peça possa ser reconhecida como idêntica.

Nattiez

Música é, mais que tudo, uma forma de exteriorização criada pelo homem. Universal, pois sem se importar com credo, raçaa, classe social ou deficiências, a música aflora dentro de cada um, e comove-nos com sua mensagem, sentimento, com sua variedade de expressões culturais.

Em todas as culturas, já encontradas no mundo, a arte das musas foi encontrada. Desde a pré-história, acredita-se que a música já existia. Conhecida como a forma do homem de se igualar a perfeição da natureza, a música marca diversas épocas com seus ideais e ritmos que embalam uma geração inteira.

A música é algo necessário em nossas vidas e existirá até o fim da humanidade.

N. do E. o texto foi modificado para que fique mais coeso. (23/03/08)

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Postado em 17/11/06 // 0 comentários >>>>


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Léo Ruas estudante- vestibulando, residente de Beagá. >>>>

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