"Flanar é ser vagabundo, é refletir, é ser barbaque, é comentar, ter o vírus da observação ligado ao da vadiagem.
[...] Flanar é a distinção de perambular com inteligência. Nada como o inútil para ser artístico."
A alma que encantadora das ruas pode ser encontrada com o estado de espírito que é descrito no prólogo do livro. João do Rio, ou Paulo Barreto, ou Claude, ou José Antônio José, ou Caran d'Arche, ou Joe (pseudônimos), ou Godofredo de Alencar heterônimo (heterônimo) descreve como é o observador — flâneur — que experiencia nas ruas situações únicas, que fazem a cidade funcionar, peculiaridades da população e retira dessas experiências individuais a verve para produzir arte. O sentimento que o texto inicial produz é semelhante ao pensamento urbanóide — que pode até ser um prosseguimento desse pensamento do íncio do século XX –, que as pessoas que residem no meio urbano possuem, sentimento enaltecedor às cidades, de quem gosta do ambiente agitado.
Na rua, as pessoas se independem e se tornam anônimas, ninguém conhece ninguém e nem por isso deixa de observar e notar como cada um age, como cada um possui comportamento diferenciado. Hoje comportamento que é expresso nas roupas, cabelo. Já na época em que o livro foi escrito, João do Rio trabalha com tatuagens (que antes somente pessoas marginalizadas faziam), religiões e formas de manifestá-la, literatura popular, "pequenas profissões", imagens corriqueiras para o começo do século XX que são retratadas em suas crônicas.
O livro em geral traz uma proposta exaltadora às cidades, principalmente às ruas, que são como as veias da cidade, prafraseando o autor.
Um bicho igual à mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com meu próprio engano.
O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica…
(Vinícius de Moraes)
Eu adquiri meu número já faz um ano, mas desde então recebo as ligações do cara que possuía o número, até hodierno( haha, hoje em dia).
Pois bem, o nome do ex-dono me fugiu, mas o cara é meu ídolo, eu vivo atendendo às ligações dele desde que peguei o número, e o cara já pegou muita mulher.
Uns três meses atrás uma senhora, que pelo visto cuidava da casa dele, me ligou, o cara, pelo que ela falou — e eu inferi grande parte –, tinha várias mulheres espalhadas por Beagá, dormia várias noites fora, e dava um "agradinho" à mulher de vez em quando. No dia que ela ligou, era o dia anterior dela ir na casa dele, cuidar de tudo e receber o "agradinho", e ela continuava perguntando: "Você vai me dá um agradinho amanhã, num vai?" e eu confirmando tudo sem qualquer restrição. Ela em nenhum momento percebeu que eu num era ele, mas isso é detalhe.
O dia que eu fiquei fã do cara foi o que uma garota ligou chamando o cara de cachorrão (pra ser chamado de cachorrão é necessário sexo muito bom e selvagem, haha, convenhamos), chamando-o pra ir lá pr'um motel famoso daqui de Beagá prometendo fazer o que ele quisesse ou o que eu quisesse, no caso. Isso também requer um saldo muito bom de trabalho (haha).
Épicos da vida urbana. Só acontece em lugares abarrotados de celulares e que não há tempo para esperar o número "esfriar" e lógico comigo.
Fato é que todo mundo mente. Não existe tal coisa como uma pessoa 100% honesta, há o melhor mentiroso. Somos todos pinóquios, contamos mentiras quando pequenos para nos safar de problemas, quando adolescentes pelos mesmos motivos plus os de querer ser melhor que amigos e quando adultos, o tempo me dirá, apesar do meu poder de observação me dizer muito.
Quando criança, lembro de sempre que fazia algo errado colocava a culpa na minha irmã (mais velha). Ela retrucava e dizia que não havia sido ela, mas minha mãe acreditava na inocência do mais novo, afinal eu tinha pouco mais que sete anos. Já no colégio, houve um dia que estupidamente eu e mais alguns amigos fomos matar aula na frente do colégio. Obviamente pêgos, logo, na diretoria, eu menti e disse que era do turno da manhã — nessa época eu já tinha uma altura mais avançada que a maioria das pessoas da minha idade, então não foi difícil acreditarem.
Eu me orgulho de ser um mentiroso — e, dos bons, aliás — e admitir isso, afinal everybody lies e porcamente mau ás vezes. E, se não fosse pelas mentiras o que seria da ficção e de partes desse post.
"It's a basic truth of the human condition that everybody lies. The only variable is about what." (Frase de House)
// o texto foi inspirado no episódio de Grey's Anatomy, "Tell me sweet little lies", e na frase acima que tava no subnick da Naiara.
Nêgo tava querendo saber como postar pelo celular, resolvi liberar minhas fontes e vou dar uma de professor aqui no blog provando que eu nunca serviria pra ser professor. :P
Você entra neste site, lá tem o dowload do programa, que tem terminologia .jar, então teu celular tem que rodar esse tipo de aplicativo. Depois vem as configurações.
Em Setup Host> Full URL, você vai colocar:
http://seusite.com/(aqui pode ter a pasta que se encontra o wordpress)xmlrpc.php
Em Blog Type pode deixar Typepad/MovableType.
No User Setup teu username e password. :)
Ele pode ser usado com o Blogger (não sei se o BR), Movable Type e metaBlog (nem pergunte).
A explicação acima é pra wordpress.
editadoEsqueci de falar. Ofodástico agora também tem versão mobile. Então, tu paga menos pra acessar via cel, já que é menos dados pra baixar. (é mais pra mim, mas tu pode usar ambém, leitor, haha)